Sua voz tem o mesmo tom da minha música favorita,
seu sorriso é como o Sol que eu insistia em ver nascer.
Nos tempo em que a linha tênue entre a sanidade e a loucura não me sufocavam, eu podia ver seus olhos atravessando minha alma.
Sim, meu amor, antes de eu te encontrar você já me pertencia:
"Quando te vi -dizia o poeta- amei-te já muito antes.
Tornei a achar-te quando te encontrei."
Eu, do lado de cá, com meus versos tortos e mal organizados, afirmo:
Te amarei enquanto meu coração apanhar sem bater.
Porque às vezes acho que o amor é isso: dar a outra face -sempre sorrindo- para alguém que rouba tuas luzes e canções.
Egyle Hannah/ 23 de dezembro de 2014
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